quarta-feira, 19 de junho de 2019

tratado sobre iniciações


O ser humano, em sua evolução, ampliou sua sensibilidade em relação aos segredos da Natureza. Alguns destacaram-se pelo grau de conhecimento conseguido através desta percepção, passando a transmiti-los a todos que manifestavam interesse em adquiri-los, sem discriminação. Assim, os conhecimentos adquiridos por alguns, foram utilizados de forma extremamente egoísta e em benefício próprio, utilizando a Sabedoria recebida, para tirar vantagens físicas e materiais.
"O conhecimento gera o Poder. O conhecimento absoluto o Poder absoluto". Por estas razões,os Mestres limitaram os conhecimentos a serem proporcionados às pessoas em geral. O acesso aos Mistérios, tornou-se uma prática que deu início às chamadas Iniciações. As Iniciações como nos ensina Helena Blavatsky são cerimônias de Mistérios, mantidas ocultas dos profanos e dos não Iniciados. Para Platão, as Iniciações são a conquista progressiva dos estados de consciência. No livro de Job lemos que, há uma alquimia espiritual e uma transmutação física e o conhecimento de ambos nos é comunicado nas Iniciações. Para os Neo Platônicos ela é a união da parte com o Todo. A harmonização, é uma das chaves para que ocorra o equilíbrio físico, mental e espiritual necessários ao iniciante.As energias que se apresentam em todas as Iniciações, se manifestam sempre,conforme relatos dos iniciados, como chispas luminosas, luzes encantadas, símbolos dançantes multicoloridos, que são vistos, ouvidos ou sentidos.
Segundo alguns ocultistas,as primeiras iniciações começaram com Rama, há 4 ou 5 mil anos A.C. o sacerdote da antiga Citia na Ásia, Rama foi um rei espiritual do planeta Terra, o Inspirador da Paz e o primeiro legislador a interligar a vida humana, ao ciclo das estações do zodíaco. Para E.Schure, Rama foi quem primeiro fixou os signos do Zodíaco. Desta forma Rama nos legou as Doze Primeiras Grandes Iniciações,os Doze Passos do Zodíaco, que o ser humano tem que percorrer passo a passo, para melhor dominar seus instintos, emoções, purificar pensamentos, palavras e ações, conscientizar em si a ilusão da separatividade, para exercer a regra máxima da purificação do Iniciante, a "Primeira Pedra do Templo da Sabedoria ",o Silêncio. Os Mistérios de Samotracia seguem os seguintes Passos: a purificação, a recepção,a revelação,a amizade e a comunicação com Deus. A Iniciação Egípcia tem por maior Passo, a pergunta feita ao adepto antes de ser admitido nos Mistérios: "Conheceis quem sois?"
Em Menfis no Egito,os Passos do iniciante são os das 7 virtudes morais. Na Iniciação à Esfinge um dos Sagrados Passos é o da revelação do único e verdadeiro atributo humano - SER. A Iniciação ao Pentágono consiste na reforma ou sublimação interior do Homem pelas lutas interiores. A Iniciação de Cagliostro se dirige ao espírito, à energia, abnegação, confiança no futuro, a glorificação de Deus em Si. A Iniciação Maçônica (Sabedoria-ciência das coisas), em seu rito francês assinala que quem deseje realizar os Mistérios, terá que viajar só, sem temor, purificado pelo fogo, água e ar."Por ter vencido o medo e a morte e preparado sua alma para receber a luz,terá direito de sair do seio da terra e ser admitido na revelação dos grandes Mistérios". Das Iniciações realizadas no antigo Egito, Grécia, Roma, podemos lembrar algumas que ainda hoje são realizadas em locais sagrados:os Sete Atributos da Lira de Apolo, os Sete Oceanos, os Mistérios de Eleusis, de Samotracia, Órficos, Ceres, de Baco, a Sagrada Iniciação dos Trinta e Dois Caminhos do Sepher Jetzirah (O Livro Sagrado da Sabedoria Secreta), os Vinte e Dois Caminhos Secretos da Letras do Sagrado Alfabeto Hebreu, as de Isis, Osiris, Horus e as do Sagrado Sol Central, que desde a época do continente Mu, são em número de quatro:
1) a do Sol Central ou Sol Perfeito;
2) o Sol Poder da Suprema Inteligência;
3) O Sol Visível;
4) O Mistério do Espírito e da Palavra.

A Sagrada Iniciação Budista nos declara em um dos seus Mistérios:
"Sendo um, se torne múltiplo, sendo múltiplo, volte a ser único, podes aparecer e desaparecer sem encontrar resistência, passar através das paredes,montanhas, como se fosses ar, se fundir com a terra e emergir dela como se fosses água, caminhar sobre a água sem que ela se abra como se fosses terra, atravessar os ares, tocar com tuas mãos o Sol e a Lua, astros poderosos e maravilhosos e com seu corpo, chegar até o mundo de Brahma."
Outras Iniciações como o Yoga Hindu da revelação, os Mantras Védicos, os Upanishad iluminam a mente para a Verdade Brahmanica do Homem e Deus, dos Deuses e Mantras. O Conhecimento Divino das forças Supremas de Luz, Agni, Indra, Soma, o mito de Angiras entre tantos, nos levam a uma prosternação e como nos diz Sri Aurobindo, "a verdade, a retidão, a imensidade dos Vedas, nos conduzem à Plenitude e a Imortalidade". Iniciar, de acordo com E. Alfonso, fundador da Escola de Iniciação Filosófica é realizar no ser humano, a transmutação da consciência humana em Divina, e todas as Iniciações Indianas nos conduzem à essa transmutação. Não podemos deixar de mencionar a Sagrada Iniciação do SHRI CHAKRA, contido no texto do Bhavana Upanishad, que nos conduz ao nosso próprio centro e à obter os dons divinos da Generosidade, da Vontade da Consciência Cósmica entre tantos outros, que nos são fornecidos pelos Mestres Rishis, Sadus e Yogas, etc. As Iniciações Reikianas, redescobertas pelo Dr. Mikao Usui no século passado, formas tão puras e simples de sutil canalização energética, são realizadas pelos mestres, através do dom divino da energia do Amor. Transformando, religando, purificando, transmutando energeticamente o ser humano, desenvolve em cada um, a sua própria Mestria.
As iniciações reikianas, concedem uma maior consciência e capacidade para que, possamos nos assumir integralmente. Alinhando mente, corpo e espírito aos Princípios Constitutivos do Homem, nos torna uno com o Universo e assim, como um canal energético, auxiliamos "a cada Ser a tomar para si,a cura que necessita" (Dr. Mikao Usui). A obtenção do conhecimento do "Eu Deus", do Amor ao Eu Superior, ao Deus em Nós, nos torna harmoniosamente sintonizados com o Universo-Amor-Unicidade-Deus, graças à Iniciação em Reiki. Em todos os processos iniciáticos, uma verdade é comum à todos, a religação com o Uno, o AMOR, a conscientização de que devemos realizar em nós o Divino. Manter, sempre em permanente estado de vigília, todos os nossos centros (Gurdijeff), faz parte dos caminhos iniciaticos dos adeptos. A reverberação contínua do Eu Sou, a Sagrada Atenção, o Silêncio, são os Mistérios Maiores da Unicidade divina contida nas Iniciações. Todos o Passos, Mistérios, terão que ser percorridos dentro de nós, para que possamos ser iniciados,"Não chegarás ao Caminho se não te converteres no Caminho".
Lembrarmos sempre que todos os Grandes Iniciados, Jesus, Buddha, Lao-Tse, Orfeu, Krishna, Moisés, Hermes, e tantos mais, realizaram o Divino no Humano. Eles são as verdadeiras encarnações do Verbo, os Mediadores da Consciência Cósmica Universal, pois transcenderam todos os estados de consciência para realizarem a Vontade Divina do Sagrado Único - O AMOR

subjetivismo e cosmoética


A Teoria do Sujeito, ou Subjetivismo, tem por objetivo resgatar a verdadeira relação entre sujeito e objeto, e reconquistar o humanismo social.
A Cosmoética dá segmento à análise subjetivista, colocando a utilidade desta abordagem, visando o crescimento consciencial da humanidade.

Introdução


O Subjetivismo pode ser definido como uma abordagem, apesar de que sua conceituação já se distancia da proposta, que é, acima de qualquer coisa, “tomar a atitude de sujeito, em oposição, ou complementação, ao objeto”, seja ele o que for".
A Cosmoética é, ao contrário do que se fez supor, uma consequência do subjetivismo, e não o contrário. Quando o ser humano atinge a plena consciência de sujeito, com desapego total do objeto, acaba por alcançar, inevitavelmente, uma Cosmoética lúcida, e total.

 

Prática


Talvez a característica mais expressiva e significativa da abordagem subjetivista seja o fato de que a prática precede a teoria. Isto é uma condição si ne qua non, tendo em vista que só pode haver teoria pós-concebida por uma experiência ou percepção do sujeito, através de comunicação com o mundo objetivo. A teoria pré-concebida, ou preconceito, é falha diante da lei natural.
A comunicação do sujeito com o mundo objetivo em questão, se dá através dos sentidos, sejam eles quais forem, ou quantos forem; isto é um fato. É fato também que a comunicação varia de acordo com o nível de lucidez deste sujeito e, ainda, com o grau da matéria do mundo objetivo . Daí surgirá o resultado da percepção, e em caso ativo, a ação.
O sentimento é de caráter interno ao sujeito, não sendo dependente de matéria alguma. Há no entanto uma expressão, muito falha ainda, do sentimento, que é a emoção. As emoções, paixões e apegos, são projeções materiais de sentimentos subjetivos; são como sombras dos sentimentos.

Viver é a Prática do Sujeito. Esta na vida, na vivência, o laboratório de aprendizado do sujeito. É através das experiências com e no mundo objetivo que o sujeito adquire maior grau de lucidez. Isto é evolução.

A sinonímia tradicional pode esclarecer – para aqueles que a dominam – e no entanto confundir aos que a desconhecem: espírito, atman, consciência, self, são sinônimos do termo sujeito.

Teoria


A teoria vem a sistematizar, e de certa forma até provar, o subjetivismo como lógico, simples e real.
Sistematizar é uma necessidade atual da raça, o que então prova que há uma necessidade de interação entre o sujeito e algum objeto, para que a experiência do sujeito seja válida e palpável.
O sujeito usa então a matéria para ganhar consciência de si. Isso mostra uma gradual “abertura dos olhos”, um acréscimo gradual de consciência e lucidez por parte do sujeito.
Mas, se o sujeito cresce em consciência, quase matematicamente poderíamos dizer que ele parte de um estado puro ou “virginal”, como usa o jargão tradicional, e após afundar-se totalmente na matéria, no mundo objetivo, passa a voltar-se para sua verdadeira natureza, a consciência.

Isso nos remete à distinção entre sujeito e objeto, ou consciência e matéria, e traz o questionamento sobre esta “imaginária linha divisória”, que é sutil.
Ora, para comprovar que esta linha na verdade não existe como limite, utilizarei o exemplo do cálculo diferencial e integral, mas poderia utilizar qualquer outra ciência como apoio, que não a matemática; isso por que a verdade é uma só, ainda que vista por posições diversas.
No cálculo diferencial, os limites de direita e esquerda de uma função contínua são o mesmo, diferindo apenas no ponto de vista, se maior ou menor, se pela “direita” ou pela “esquerda”, se “de cima” ou “de baixo”.
Este “de cima ou de baixo” vem enfatizar o fato de que para o sujeito, tudo que está a um grau consciencial inferior é objeto; o inverso também.
Isso, que na hiponímia tradicional chama-se panteísmo esotérico, vem a organizar nossa concepção holística do universo, e assim percebe-se que sujeito e objeto são, em essência, a mesma coisa, só variando em grau de lucidez.

Evolução


Tomar como princípio o que sabemos e concordarmos a respeito de nossas possibilidades atuais com relação à maneira pela qual nos comunicamos com o mundo objetivo, e fazer uma análise de um desenvolvimento possível desta comunicação, ou interação,  ou até atuação, voltamo-nos para o conceito de EVOLUÇÃO.
Quando dei o exemplo de uma função contínua, certamente exclui o de uma função descontínua, com “saltos”. Estas descontinuidades, ou saltos, são pontos críticos, assim como o da passagem da água do estado sólido para o líquido. São passagens sem uma suavidade perceptível.
Quando falamos em evolução, visualizamos um ponto crítico à frente do caminho (desenvolvimento seria uma passagem contínua, suave,  sem saltos), que sinaliza uma mudança de estado, que no caso subjetivo, seria uma acréscimo de lucidez consciencial.
Mas, e no caso do objeto? O objeto evolui? Sim, uma vez que objeto e sujeito são em essência a mesma coisa. O objeto não é mais que sujeito em potencial, ou sujeito sob um ponto crítico ainda não alcançado e inferior ao do sujeito que o percebe.

Disciplinas


Certas disciplinas podem funcionar como catalisadores para a ultrapassagem destes pontos críticos. Estas práticas, que chamarei de disciplinas, são na verdade todas encontradas na tradição da humanidade, nas diversas raças, sob diversas formas. Exemplos sensíveis são o Yoga, o Kung-Fu, o Xamanismo, a Magia, a Alquimia e, sinteticamente e originalmente, a Religião, a típica Religião-Sabedoria dos povos antigos.
Atualmente temos também grandes exemplos de grupos que se esforçam por resgatar esta cultura, seja através de um resgate propriamente dito destas disciplinas, seja por uma versão original e nova. O que deve servir como critério é o pragmatismo como base para o sistema.

Satan ou Satanás


A palavra Satan (satanás) jamais apareceu no Antigo testamento como líder do império do Mal, como aparece na cristandade ocidental: o chefe de um exército de espíritos hostis em guerra conta o Líder do Bem (Deus) e a humanidade.
O termo hebraico satanás não se refere a um específico personagem. Jamais se mencionou, em qualquer momento, um personagem sobrenatural que se chamasse Satanás. O que tinham em mente era um dos anjos enviados por Deus com a fianlidade determinada de testar, bloquear ou obstruir a atividade humana.
Segundo Elaine Pagels “a raiz ‘stn’ significa um que é contra, obstrui ou age como adversário. O termo “diabolos”, mais tarde traduzido como diabo (demônio), significa literalmente ‘alguém que atira alguma coisa no caminho de alguém’.
Demônio vem do grego “Daimon”, que tem a mesma conotação de “Anjo Protetor” e poderia ser bom ou mau conselheiro, mas não necessariamente maligno.
O próprio anjo da morte que Deus enviava, para uma específica missão, uma missão que os seres humanos não apreciavam, identifica-se com o sentido do termo satanás.
A primeira vez que (esse) Satanás faz seu aparecimento na Bíblia Judaica, não é necessariamente mau e muito menos inimigo de Deus. Pelo contrário, no Livro dos Números e no Livro de Jó , era um dos servos obedientes a Deus – um mensageiro, um Anjo, palavra esta que traduz o termo hebraico relativo a mensageiro (malak) para o Grego (angelos). Os anjos, na tradição hebraica, sempre foram chamados de “Filhos de Deus” (Bene Elohim), e formando as fileiras hierárquicas de um grande exército ou como “membros de uma corte divina”. A quem afinal, Deus se dirigia ao dizer “Façamos o homem a nossa imagem e semelhança”, a não ser a esta corte?
“Na realidade, o “Diabo” representa aqueles aspectos do Universo que nos provocam apreensão, medo, repugnância, ou – sejamos francos – ódio. Existe um axioma em Antropologia: o deus de uma tribo conquistada sempre se torna o diabo da tribo conquistadora.”.17
Portanto, a palavra Satan (Shin Tau Nun) vem do Hebraico, e significa opositor, aquele que discorda de nós: e esta palavra hebraica, Satanás no Latim, nada mais é do que uma corruptela da palavra Sânscrita Sanatanas, significando Eterno, e que até hoje, na tradição hindu, ainda é aplicada às três pessoas da Trimurti (Brahma, Shiva e Vishnu) e às três divindades femininas que lhes correspondem.18

A irmandade Hermetica do Egito


Antes de discorrermos sobre o tema deste artigo vamos fazer alguns esclarecimentos importantes.
Os místicos de diferentes Escolas Arcanas, conhecem a existência de um fato: a Iluminação. Sabem que em determinada época da vida humana, homens e mulheres são convidados à ascender a um plano de consciência diverso daquele que denominamos consciência objetiva, em que a percepção se faz exclusivamente através dos cinco sentidos físicos. Ora o ingresso neste novo plano de percepção e consciência é um verdadeiro novo nascimento.
A percepção neste novo plano se processa de maneira totalmente diversa daquela que existe na consciência objetiva e não pode ser expressa em linguagem comum subordinada à mente comum, cerebral. A única maneira de transmitir conceitos deste novo estado de consciência, são os símbolos esotéricos.
Aqueles Homens e Mulheres que no passado tiveram esta experiência, nos legaram Obras Simbólicas. Exemplos destas obras: os Inúmeros Manuscritos atribuídos aos verdadeiros Alquimistas; obras como a Divina Comédia de Dante; Pantagruel e Gargantua de François Rabelais; as Obras Iluminadas de Jacob Boehme; O Fausto de Goeth, e muitas outras.
Esta experiência não é idêntica e igual para todos os Homens e Mulheres. Alguns tem experiências mais profundas, outros menos. Alguns pôr seu desenvolvimento espiritual têm maior facilidade em exprimir em símbolos o que lhes ocorreu, outros diante da grandiosidade do que lhes aconteceu são incapazes de relata-lo em palavras.
Esta experiência que conduz a Humanidade ao que chamamos de O INVISÍVEL, deu ensejo a formação das diversas Escolas de sabedoria desde a antigüidade. A forma de que se revestem estas Ordens e escolas é diretamente proporcional à capacidade que possuem seus verdadeiros Mestres Diretores de traduzir em símbolos e em Linguagem compreensível, tudo aquilo que lhes é ofertado como GRAÇA do Invisível.
Assim vemos na História Humana o surgimento de inúmeros movimentos Rosa+Cruzes, Martinistas, Templários, Gnósticos, Herméticos, etc que freqüentemente, numa controvérsia improdutiva, tentam provar sua superioridade uns sobre os outros.
Desde que a Experiência Mística que deu ensejo à sua criação tenha sido autêntica, todos estes movimentos, uns mais outros menos, são canais de expressão da LUZ.
A Irmandade Hermética da Luz, a Irmandade Hermética do Egito, tem sido contatada pôr diferentes místicos através da História.
Karl Von Eckartshausen a chamou de Comunidade dos Filhos da Luz,
Martinez de Pasqualiz a chamou de Ordem dos Reaux-Croix,
S.L.MacGregor Mathers a chamou de Ordem Terceira da G. ` . D. ` .,
A.E.WAITE a chamava de Igreja Oculta do Santo Graal
Aleister Crowley a chamou de Ordem da Estrela de Prata,A. ` .A . ` .
Theodor Reuss a denominava de Irmandade Hermética da Luz
Thomas Burgoyne/Peter Davidson/Max Theon/Paschoal Beverly
Randolph a chamaram de Hermetic Brotherhood of Luxor.
Muitos Rosacruzes a denominam de Verdadeira e Invisível
Ordem Rosa+Cruz
Os teósofos de Blavatsky a chamam de Grande Fraternidade Branca
Da Grande Loja Branca
Sua prensença é sentida até nas religiões, assim
A Igreja Cristã Primitiva a denominava Comunhão ou Comunidade Dos Santos.
O Judaísmo a chama de Grande Assembléia Sagrada –Adra Rabba Qadisha.
Não citamos aqui senão alguns exemplos, existem muitos outros.
 
 
Façamos uma reflexão sobre o que aqui dissemos e percebamos a profundidade das palavras do Mestre dos Mestres, Jesus o Cristo.
" O vento sopra aonde quer..."
É necessário que tenhamos olhos para ver , e ouvidos para ouvir.